Catálogo
| Emissor | Banco de Costa Rica |
|---|---|
| Ano | 1895 |
| Tipo | Standard circulation banknote |
| Valor | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Moeda | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Composição | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Dimensões | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Formato | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Impressora | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Designer(s) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Gravador(es) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Em circulação até | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Referência(s) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Descrição do anverso | Black ink on multicolour guilloche underprint; central vignette of a seated allegorical female figure with a pastoral landscape, flanked left by an equestrian warrior vignette and right by a numeral 2. Bank title across top, denomination DOS PESOS in bold lettering at centre, dated San José, 1° de Enero de 1895, with serial number and two manuscript signatures below. |
|---|---|
| Legenda do anverso | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Descrição do reverso | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Legenda do reverso | BANCO DE COSTA RICA |
| Assinatura(s) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Tipo de proteção | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Descrição da proteção | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Variantes | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Comentários |
Banco de Costa Rica was a private commercial bank operating under government concession, not a central bank — Costa Rica wouldn't establish a true central bank until 1950. These peso-denominated notes were issued during the country's transitional monetary period before the colón fully displaced the peso, a conversion fixed at 2 pesos to 1 colón under the 1896 monetary reform. This note predates that shift by roughly a year.
American Bank Note Company held a near-monopoly on Latin American currency printing at this period, and the S-prefix in the Pick reference reflects its private bank status — technically an obligation of the institution rather than the state, though in practice the distinction mattered little to users.