Catálogo
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| Emissor | National Bank of Kazakhstan |
|---|---|
| Ano | 2006 |
| Tipo | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Valor | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Moeda | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Composição | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Peso | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Diâmetro | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Espessura | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Formato | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Técnica | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Orientação | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Gravador(es) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Em circulação até | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Referência(s) | KM#74 |
| Descrição do anverso | Inicie sessão para ver os detalhes |
|---|---|
| Escrita do anverso | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Legenda do anverso | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Descrição do reverso | A mother is depicted in traditional Kazakh dress placing a newborn infant into an ornately decorated cradle (besik), rendered against an intricate background of stylized yurt interior decorative motifs. The composition captures the solemnity and cultural significance of the Besikke Salu ceremony. The legend БЕСІККЕ САЛУ arcs across the upper portion of the reverse field, and the date •2006• appears below the central design. |
| Escrita do reverso | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Legenda do reverso | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Bordo | Segmented reeding |
| Casa da moeda | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Tiragem | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Informações adicionais |
Bесікке салу — the Kazakh cradle ceremony — is one of forty traditional rites catalogued under the broader "Жеті ата" cultural framework that Kazakhstan's government moved aggressively to institutionalize after independence. This coin belongs to a commemorative series documenting such customs, issued as the state invested heavily in codifying national identity through material culture. The series drew criticism from some ethnographers who argued the selections favored idealized, sedentary-era practices over the nomadic traditions that defined the steppe for centuries.