Catálogo
| Emissor | Uncertain Eastern European Celts |
|---|---|
| Ano | 200 BC - 1 BC |
| Tipo | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Valor | 1 Drachm |
| Moeda | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Composição | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Peso | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Diâmetro | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Espessura | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Formato | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Técnica | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Orientação | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Gravador(es) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Em circulação até | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Referência(s) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Descrição do anverso | Inicie sessão para ver os detalhes |
|---|---|
| Escrita do anverso | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Legenda do anverso | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Descrição do reverso | Heavily stylised Celtic rendering of Zeus Aëtophoros seated to the left, derived from the reverse type of Alexander III tetradrachms and drachms. The figure is reduced to schematic linear and globular elements, with the body and throne barely distinguishable as abstract forms. A sceptre is held in the left hand, rendered as a vertical line or rod. An amphora device appears to the left of the seated figure in the field. No legend is present, consistent with the anonymous Celtic imitative tradition. |
| Escrita do reverso | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Legenda do reverso | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Bordo | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Casa da moeda | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Tiragem | ND (200 BC - 1 BC) |
| Informações adicionais |
Celtic imitations of Alexander's drachms circulated across a vast swathe of central and eastern Europe for well over a century after the original Macedonian issues, produced by tribal mints whose identities remain largely unresolved. This particular piece falls into the broad "uncertain eastern" grouping — a catch-all that reflects genuine scholarly disagreement rather than lazy attribution. The Kostial and Pink references place it within a tradition of progressive stylistic abstraction, where each generation of dies moved further from the Macedonian prototype, not through ignorance but through deliberate local aesthetic preference.