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Denier Bracteate Reval

Emissor Danish Estonia
Ano 1219-1346
Tipo Inicie sessão para ver os detalhes
Valor Inicie sessão para ver os detalhes
Moeda Inicie sessão para ver os detalhes
Composição Inicie sessão para ver os detalhes
Peso 0.12 g
Diâmetro Inicie sessão para ver os detalhes
Espessura Inicie sessão para ver os detalhes
Formato Inicie sessão para ver os detalhes
Técnica Inicie sessão para ver os detalhes
Orientação Inicie sessão para ver os detalhes
Gravador(es) Inicie sessão para ver os detalhes
Em circulação até Inicie sessão para ver os detalhes
Referência(s) Inicie sessão para ver os detalhes
Descrição do anverso Central field displays a stylized crowned figure or heraldic device — consistent with the Danish royal arms — rendered in bold relief characteristic of bracteate coinage. The motif, depicting what appears to be a crowned bust or lion passant with outstretched limbs, is set within a double linear circle. The surrounding border exhibits an irregular scalloped or beaded edge produced by the hammered striking technique. The design is executed in the simplified, flattened aesthetic typical of 13th–14th century Baltic bracteates. No legend or inscription is present.
Escrita do anverso Inicie sessão para ver os detalhes
Legenda do anverso Inicie sessão para ver os detalhes
Descrição do reverso Inicie sessão para ver os detalhes
Escrita do reverso Inicie sessão para ver os detalhes
Legenda do reverso Inicie sessão para ver os detalhes
Bordo Plain
Casa da moeda Inicie sessão para ver os detalhes
Tiragem Inicie sessão para ver os detalhes
Informações adicionais

Danish Estonia's monetary situation was administratively awkward from the start — the territory conquered by Valdemar II in 1219 was never fully integrated into Danish monetary infrastructure, leaving local ecclesiastical and secular authorities to issue thin bracteate deniers of purely regional utility. These coins circulated almost exclusively within the confines of Reval and its immediate hinterland, rarely traveling further.

At 0.12 g, the fabric is so thin that surviving examples are frequently bent or cracked, which makes the Haljak II#4 attribution dependent on fragmentary specimens more often than not.