Catálogo
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| Emissor | Trésor Public - Côte Française des Somalis |
|---|---|
| Ano | 1952 |
| Tipo | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Valor | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Moeda | French Somaliland Franc (1949-1967) |
| Composição | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Dimensões | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Formato | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Impressora | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Designer(s) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Gravador(es) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Em circulação até | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Referência(s) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Descrição do anverso | Inicie sessão para ver os detalhes |
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| Legenda do anverso | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Descrição do reverso | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Legenda do reverso | 5000 DJIBOUTI አምስት ሺ ፍራንክ ፭ሺ TRÉSOR PUBLIC CÔTE FRANÇAISE DES SOMALIS SERONT PUNIS DE TRAVAUX FORCÉS LES CONTREFACTEURS ET CEUX QUI AURONT FAIT USAGE DE BILLETES CONTREFAITS ع أوراقـا مـزورة أوتعامـل بـتـلـك الأوراق المزورة عوقب بالأشغال الشاقة المؤبدة C. SERVEAU FEC. ARMANELLI SC. (Translation: Five thousand francs. 5000. Public treasury. French Somaliland. The counterfeiters and those who will have used counterfeit notes will be punished with forced labor for life.) |
| Assinatura(s) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Tipo de proteção | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Descrição da proteção | Merino head. |
| Variantes | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Comentários |
The Côte Française des Somalis was administered directly from Paris, and this high-denomination note was issued by the Trésor Public rather than a colonial bank — an arrangement that kept monetary control firmly in metropolitan hands. The 5000-franc value placed it well above everyday transactions in a territory where the economy was dominated by port activity at Djibouti and transit trade to Ethiopia.
Clément Serveau designed extensively for French colonial issues of this period, and the engraving work here is split between Piel and Beltrand on the obverse — a division of labor common at the Banque de France atelier when deadline pressures required it.