Catálogo
| Emissor | Banque de Syrie et du Liban |
|---|---|
| Ano | 1948-1950 |
| Tipo | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Valor | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Moeda | Lebanese pound (1939-date) |
| Composição | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Dimensões | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Formato | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Impressora | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Designer(s) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Gravador(es) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Em circulação até | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Referência(s) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Descrição do anverso | Inicie sessão para ver os detalhes |
|---|---|
| Legenda do anverso | الجمهورية اللبنانية خمسون قرشاً ٥٠ قرش |
| Descrição do reverso | Central intaglio vignette presents the Temple of Venus at Baalbek, its Roman arch and surviving columns rendered in fine engraving within a decorative frame. The upper margin carries the French legend REPUBLIQUE LIBANAISE, while the lower margin reads CINQUANTE PIASTRES; the denomination 50 PIASTRES appears in each corner within guilloche rosette panels. The overall colour scheme is green and violet. |
| Legenda do reverso | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Assinatura(s) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Tipo de proteção | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Descrição da proteção | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Variantes | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Comentários |
The Banque de Syrie et du Liban occupied an unusual position in postwar monetary history — a French-chartered institution continuing to issue currency for two newly independent Arab states that had every political reason to replace it. Syria and Lebanon had formally achieved independence in 1943 and 1946 respectively, yet this note circulates under a bank whose authority both governments were actively working to terminate. The Syrian pound broke free first, with the Banque Centrale de Syrie absorbing functions in 1956.
Bradbury Wilkinson's New Malden facility was the dominant supplier of currency to former French mandate territories during this transition period, a practical arrangement given the disruption to French printing capacity in the immediate postwar years.