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4 Tangas

Emissor Banco Nacional Ultramarino
Ano 1917
Tipo Standard circulation banknote
Valor Inicie sessão para ver os detalhes
Moeda Inicie sessão para ver os detalhes
Composição Inicie sessão para ver os detalhes
Dimensões Inicie sessão para ver os detalhes
Formato Inicie sessão para ver os detalhes
Impressora Inicie sessão para ver os detalhes
Designer(s) Inicie sessão para ver os detalhes
Gravador(es) Inicie sessão para ver os detalhes
Em circulação até Inicie sessão para ver os detalhes
Referência(s) Inicie sessão para ver os detalhes
Descrição do anverso Printed in red-brown and green, the obverse centres on the green oval seal of the Banco Nacional Ultramarino against a bicolour ground with intricate guilloche underprint. The note is framed by ornate embroidered-style borders typical of early twentieth-century intaglio work. Text inscriptions in Portuguese identify the issuing branch at Nova Goa and the denomination, with the date of issue at lower centre.
Legenda do anverso Inicie sessão para ver os detalhes
Descrição do reverso Inicie sessão para ver os detalhes
Legenda do reverso BANCO NACIONAL ULTRAMARINO 4 TANGAS
(Translation: National Bank Overseas 4 Tangas)
Assinatura(s) Inicie sessão para ver os detalhes
Tipo de proteção Inicie sessão para ver os detalhes
Descrição da proteção Inicie sessão para ver os detalhes
Variantes Inicie sessão para ver os detalhes
Comentários

The 4 Tangas denomination is itself a curiosity — the tanga was a fractional Portuguese colonial unit worth 60 réis, making this note equivalent to 240 réis, an awkward value that speaks directly to the chronic small-change shortages plaguing Portuguese Guinea in the mid-1910s. Emergency fractional paper of this kind was typically a stop-gap measure, issued when coin supply broke down under wartime shipping disruptions.

Bradbury Wilkinson's involvement guaranteed quality the colonial administration couldn't have sourced domestically, but London-printed colonial fractionals for Portuguese Africa from this period are genuinely scarce survivors — low face value meant heavy use, and few were preserved.