Catálogo
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| Emissor | Provincia de Buenos Aires |
|---|---|
| Ano | 1867 |
| Tipo | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Valor | 1.000 Pesos |
| Moeda | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Composição | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Dimensões | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Formato | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Impressora | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Designer(s) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Gravador(es) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Em circulação até | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Referência(s) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Descrição do anverso | Inicie sessão para ver os detalhes |
|---|---|
| Legenda do anverso | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Descrição do reverso | The reverse presents a large central rectangular panel of intricate teal guilloche lathe work with the word 'MIL' rendered in mirror relief at centre, surrounded by further geometric engine-turned ornamental borders. The overall design is printed in teal-green ink on plain white paper, with no additional vignettes or figurative elements, relying entirely on the complexity of the mechanical lathe patterns for its aesthetic effect. |
| Legenda do reverso | MIL |
| Assinatura(s) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Tipo de proteção | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Descrição da proteção | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Variantes | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Comentários |
The Banco y Casa de Moneda was Buenos Aires province's own institution, operating independently of the national government during a period when the Argentine Confederation and the State of Buenos Aires had only recently reconciled — the province didn't fully relinquish its separate financial apparatus until well into the 1860s. This note dates from the tail end of that transitional period, when the provincial bank still maintained meaningful autonomy over local currency.
The archaic spelling "Ayres" on the issuing authority line persisted in official documents long after common usage had shifted to "Aires" — not an error, simply institutional conservatism.