Catálogo
| Emissor | Ministerul Fanteziilor (Fantasy issuer) |
|---|---|
| Ano | 2025 |
| Tipo | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Valor | 25 Bani |
| Moeda | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Composição | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Dimensões | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Formato | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Impressora | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Designer(s) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Gravador(es) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Em circulação até | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Referência(s) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Descrição do anverso | Central vignette of King Ferdinand I in left-facing bust portrait, dressed in military uniform with medals, set against a yellow guilloche underprint with geometric border framework. A royal crown surmounts the composition at the top, flanked by the inscription ROMANIA and MINISTERUL FANTEZIILOR, while two rampant golden lions flank a central shield bearing the numeral 25 at the base. The year 2025 and repeated denomination numerals 25 appear in circular medallions along the lateral borders, with the designer's name DANI CRISAN inscribed at lower left. |
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| Legenda do anverso | ROMANIA MINISTERUL FANTEZIILOR 2025 2025 25 25 25 25 25 25 BFR BFR 25 25 MINISTRUL FINANTELOR 25 BANI DANI CRISAN |
| Descrição do reverso | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Legenda do reverso | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Assinatura(s) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Tipo de proteção | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Descrição da proteção | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Variantes | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Comentários |
A privately produced fantasy piece — no issuing authority, no monetary function, no legal basis. Dani Crisan designed it in 2025, and the invented issuer name "Ministerul Fanteziilor" (Ministry of Fantasies) makes the fictional nature explicit rather than deceptive, which puts it outside the scope of counterfeit legislation in most jurisdictions.
Collecting fantasy notes as a category is well-established; the more interesting ones tend to carry coherent internal logic — consistent denomination systems, plausible typography, period-appropriate design conventions. Whether this example does is the only real question worth asking.