Catálogo
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| Emissor | Bank of Mongolia |
|---|---|
| Ano | 2020 |
| Tipo | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Valor | 2000 Tögrög |
| Moeda | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Composição | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Peso | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Diâmetro | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Espessura | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Formato | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Técnica | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Orientação | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Gravador(es) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Em circulação até | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Referência(s) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Descrição do anverso | Inicie sessão para ver os detalhes |
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| Escrita do anverso | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Legenda do anverso | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Descrição do reverso | An elaborately rendered Vasudhara Mandala executed in deeply sculpted high relief, depicting the Buddhist goddess Vasudhara seated in the lotus position at the center of a multi-tiered square palace (vimana) with four ornamental gateways (toranas) at each cardinal direction. Successive concentric square registers are filled with finely engraved Buddhist iconographic motifs including Dharma wheels, auspicious vessels, mythological creatures, and floral patterns. A broad outer circular border of pearled beading frames the entire composition, with the legend 'VASUDHARA' arched along the upper rim and 'MANDALA' along the lower rim in Latin capital letters. The date '20 20' is divided and placed on either side of the central mandala in the field. |
| Escrita do reverso | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Legenda do reverso | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Bordo | Reeded |
| Casa da moeda | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Tiragem | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Informações adicionais |
Vasudhara, the bodhisattva of abundance in Vajrayana Buddhism, has been a recurring subject in Mongolian devotional art since at least the 13th century, when Tibetan Buddhist influence became embedded in the region under the Mongol Empire. The mandala format used here follows strict iconographic conventions codified in Sanskrit tantric texts — proportions and deity placement are not artistic choices but prescribed ritual geometry.
Mongolia has leaned heavily on Buddhist iconography for its bullion and commemorative programs since the 1990s, partly as a deliberate cultural reassertion following seven decades of Soviet-imposed atheism, during which public religious practice was suppressed and hundreds of monasteries destroyed.