Catálogo
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| Emissor | Bank of Mongolia |
|---|---|
| Ano | 2020 |
| Tipo | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Valor | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Moeda | Tögrög (1925-date) |
| Composição | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Peso | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Diâmetro | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Espessura | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Formato | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Técnica | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Orientação | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Gravador(es) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Em circulação até | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Referência(s) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Descrição do anverso | Central field displays the emblem of the Bank of Mongolia, flanked by the denomination '2000 ТӨГРӨГ' and the country name 'MONGOLIA' in Latin script. An inscription in the traditional Mongolian vertical script (Uyghurjin) reading 'ᠮᠤᠩᠭᠤᠯ ᠤᠯᠤᠰ' (Monggol Ulus) is also present. The legend further includes 'MONGOL BANK', the weight and fineness designation '3oz .999 SILVER', and the date '2020' in the field. |
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| Escrita do anverso | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Legenda do anverso | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Descrição do reverso | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Escrita do reverso | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Legenda do reverso | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Bordo | Reeded |
| Casa da moeda | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Tiragem | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Informações adicionais |
Vasudhara, the bodhisattva of abundance in Vajrayana Buddhism, has been a recurring subject in Mongolian devotional art since at least the 13th century, when Tibetan Buddhist influence became embedded in the region under the Mongol Empire. The mandala format used here follows strict iconographic conventions codified in Sanskrit tantric texts — proportions and deity placement are not artistic choices but prescribed ritual geometry.
Mongolia has leaned heavily on Buddhist iconography for its bullion and commemorative programs since the 1990s, partly as a deliberate cultural reassertion following seven decades of Soviet-imposed atheism, during which public religious practice was suppressed and hundreds of monasteries destroyed.