Catálogo
| Emissor | Banco Central de Venezuela |
|---|---|
| Ano | 2016 |
| Tipo | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Valor | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Moeda | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Composição | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Dimensões | 157 × 69 mm |
| Formato | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Impressora | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Designer(s) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Gravador(es) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Em circulação até | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Referência(s) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Descrição do anverso | Inicie sessão para ver os detalhes |
|---|---|
| Legenda do anverso | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Descrição do reverso | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Legenda do reverso | Banco Central de Venezuela Águila Arpía Salto Ucaima y Tepuyes Venado y Kurún, Parque Nacional Canaima 2000 DOS MIL BOLIVARES (Translation: Central Bank of Venezuela Harpy Eagle Ucaima Falls and Kurun & Venado Tepuys, Canaima National Park 2000 TWO THOUSAND BOLIVARS) |
| Assinatura(s) | watermark: watermark: |
| Tipo de proteção | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Descrição da proteção | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Variantes | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Comentários |
By 2016, Venezuela's monetary situation was deteriorating fast enough that the government turned to Cuba's state mint to handle part of its banknote production — a politically convenient arrangement given the two governments' alignment, but an unusual one for a country that had previously relied on established European and American security printers. The 2,000 bolívar denomination itself was introduced as hyperinflation eroded the purchasing power of smaller notes into near-irrelevance.
Security provision on this issue is relatively modest for the period — watermark and thread, without the optical features common on contemporaneous issues from De La Rue or Giesecke & Devrient.