Catálogo
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| Emissor | Banco Central de la República Argentina |
|---|---|
| Ano | 2023-2024 |
| Tipo | Standard circulation banknote |
| Valor | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Moeda | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Composição | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Dimensões | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Formato | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Impressora | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Designer(s) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Gravador(es) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Em circulação até | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Referência(s) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Descrição do anverso | Inicie sessão para ver os detalhes |
|---|---|
| Legenda do anverso | 1000 BANCO CENTRAL DE LA REPÚBLICA ARGENTINA MIL PESOS JOSÉ FRANCISCO DE SAN MARTÍN (Translation: Central bank of the Argentine Republic One thousand pesos José Francisco de San Martín) |
| Descrição do reverso | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Legenda do reverso | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Assinatura(s) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Tipo de proteção | Watermark |
| Descrição da proteção | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Variantes | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Comentários |
The 1000 Peso note existed in an almost impossible position: issued as Argentina's highest-denomination paper note while inflation was simultaneously making it worth less than a single US cent at the black-market rate. The Banco Central printed successive waves across three printers — Casa de Moneda in Buenos Aires, CBPM in China, and the FNMT in Madrid — simply because domestic production capacity could not keep pace with demand for physical currency driven by hyperinflationary conditions.
The China Banknote contract is the detail worth noting. Argentina had used CBPM intermittently since the 1980s, but the 2023–2024 volume orders reflected acute shortfalls at home.