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1000 Francs

Emissor Trésor Public - Côte Française des Somalis
Ano 1952
Tipo Standard circulation banknote
Valor Inicie sessão para ver os detalhes
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Composição Inicie sessão para ver os detalhes
Dimensões Inicie sessão para ver os detalhes
Formato Inicie sessão para ver os detalhes
Impressora Inicie sessão para ver os detalhes
Designer(s) Inicie sessão para ver os detalhes
Gravador(es) Inicie sessão para ver os detalhes
Em circulação até Inicie sessão para ver os detalhes
Referência(s) Inicie sessão para ver os detalhes
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Legenda do anverso Inicie sessão para ver os detalhes
Descrição do reverso Inicie sessão para ver os detalhes
Legenda do reverso 1000 TRÉSOR PUBLIC DJIBOUTI CÔTE FRANÇAISE DES SOMALIS ۱۰۰۰ ሺ SERONT PUNIS DE TRAVAUX FORCÉS A PÉRPÉTUITE LES CONTREFACTEURS ET CEUX QUI AURONT FAIT USAGE DE BILLETES CONTREFAITS ألف فرنك አንድ ሺ ፍራንክ R. POUGHEON FEC. R. ARMANELLI SC.
(Translation: Public treasury. French Somaliland. 1000. The counterfeiters and those who will have used counterfeit notes will be punished with forced labor for life. One thousand francs.)
Assinatura(s) Inicie sessão para ver os detalhes
Tipo de proteção Watermark
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Variantes Inicie sessão para ver os detalhes
Comentários

Robert Poughéon was a Prix de Rome laureate and academic painter whose work rarely found its way onto colonial paper currency — this series is something of an exception. The engraving on the obverse was handled by André Marliat, one of the Banque de France's more accomplished intaglio specialists of the postwar decade, while Armanelli took the reverse.

Côte Française des Somalis was a small, strategically positioned territory on the Bab-el-Mandeb strait, and the 1952 issue came at a moment when France was quietly rationalizing its overseas treasury emissions. High denominations like this one saw limited day-to-day movement in a territory with a modest cash economy heavily dependent on the port of Djibouti.

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