Catálogo
| Emissor | De Surinaamsche Bank |
|---|---|
| Ano | 1856-1911 |
| Tipo | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Valor | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Moeda | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Composição | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Dimensões | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Formato | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Impressora | Royal Joh. Enschedé (Koninklijke Joh. Enschedé, Johan Enschede en Zonen), Haarlem, Netherlands (1703-date) |
| Designer(s) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Gravador(es) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Em circulação até | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Referência(s) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Descrição do anverso | Inicie sessão para ver os detalhes |
|---|---|
| Legenda do anverso | De Surinaamsche Bank te Paramaribo betaald aan Tonder in gangbare Specie HONDERD GULDEN PARAMARIBO, 1 DECEMBER 1911 (Translation: The Suriname Bank in Paramaribo Pay to bearer in current specie One Hundred Gulden Paramaribo, December 1, 1911.) |
| Descrição do reverso | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Legenda do reverso | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Assinatura(s) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Tipo de proteção | Watermark |
| Descrição da proteção | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Variantes | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Comentários |
De Surinaamsche Bank was established by royal decree in 1865, replacing earlier colonial monetary arrangements, and Enschedé in Haarlem supplied its notes throughout the institution's formative decades — a logical choice given the printer's long relationship with Dutch colonial currency production. The date range on this issue spans over half a century, which means surviving examples could represent almost any point in Suriname's late plantation economy through the early rubber and bauxite transition period.
Enschedé's watermark security on colonial issues of this period was generally a single-pass mill watermark incorporated during paper manufacture, not applied post-printing — a distinction that matters when assessing forgery risk on high-denomination notes circulating far from Amsterdam's oversight.