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10 Mark Eschwege; P.O.W. Camp

Emissor Kommandantur des Offizier-Gefangenenlagers Eschwege
Ano 1917
Tipo Vouchers
Valor Inicie sessão para ver os detalhes
Moeda Inicie sessão para ver os detalhes
Composição Inicie sessão para ver os detalhes
Dimensões Inicie sessão para ver os detalhes
Formato Inicie sessão para ver os detalhes
Impressora Inicie sessão para ver os detalhes
Designer(s) Inicie sessão para ver os detalhes
Gravador(es) Inicie sessão para ver os detalhes
Em circulação até Inicie sessão para ver os detalhes
Referência(s) Inicie sessão para ver os detalhes
Descrição do anverso Black letterpress on green guilloche underprint with a fine geometric pattern border. The denomination "Zehn Mark" is printed diagonally in large Gothic script across the centre, with the numeral "10" at lower left; a circular violet handstamp of the camp commandant's office appears at left. The note bears a serial number and suffix letter at upper centre, with validity and issuing authority inscriptions at right and lower right.
Legenda do anverso Inicie sessão para ver os detalhes
Descrição do reverso Inicie sessão para ver os detalhes
Legenda do reverso Inicie sessão para ver os detalhes
Assinatura(s) Inicie sessão para ver os detalhes
Tipo de proteção Inicie sessão para ver os detalhes
Descrição da proteção Circular violet handstamp of the camp commandant's office applied to the obverse as a validation mark.
Variantes Inicie sessão para ver os detalhes
Comentários

Eschwege was a Hessian garrison town pressed into service as an officer prisoner-of-war camp during the First World War. Under the Hague Conventions, officers could not be compelled to work, so camp administrations issued internal scrip partly to manage purchasing within the camp canteen economy and partly to prevent the accumulation of Reichsmark currency that might fund escape attempts.

The handstamp authentication was applied locally — there was no central Reich authority overseeing these issues, and each Kommandantur devised its own system. Forgery by inmates was a documented problem at several German officer camps, and the handstamp exists precisely because printed-only scrip proved too easy to replicate.