Catálogo
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| Emissor | Banco de Portugal |
|---|---|
| Ano | 1910 |
| Tipo | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Valor | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Moeda | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Composição | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Dimensões | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Formato | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Impressora | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Designer(s) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Gravador(es) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Em circulação até | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Referência(s) | P#12 |
| Descrição do anverso | This note is an overprint on the Portuguese Banco de Portugal P#108 issue, adapted for Azorean circulation. The central vignette presents five male allegorical figures personifying the arts and sciences — Sculpture, Painting, Reading, Music, and Writing — rendered in intaglio. The serial number appears at the upper left, with the Açores overprint and island currency inscriptions applied in letterpress. |
|---|---|
| Legenda do anverso | AÇÔRES BANCO DE PORTUGAL 10.000 OURO MOEDA INSULANA Pagável nas Agências dos Açôres Lisboa, 30 de Setembro de 1910 DEZ MIL REIS (Translation: Azores Bank of Portugal 10 000 Gold Island Currency Payable in Azores agencies Lisbon, September 30, 1910 Ten Thousand Reis) |
| Descrição do reverso | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Legenda do reverso | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Assinatura(s) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Tipo de proteção | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Descrição da proteção | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Variantes | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Comentários |
This note was issued in the final year of the Portuguese constitutional monarchy — Dom Manuel II was deposed by the republican revolution of 5 October 1910, just months after notes of this series entered circulation. Whether a given example predates or postdates the revolution by weeks is impossible to determine from the note alone, since the Banco de Portugal continued operating through the regime change without interruption.
Printing in-house at the Estamparia do Banco de Portugal was a deliberate policy choice, avoiding the foreign security printers — Waterlow, Bradbury Wilkinson — that many contemporary central banks depended on.