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1 Franc Sucrerie d'Anvaing

Emissor Sucrerie d'Anvaing
Ano 1914
Tipo Local banknote
Valor Inicie sessão para ver os detalhes
Moeda Inicie sessão para ver os detalhes
Composição Inicie sessão para ver os detalhes
Dimensões Inicie sessão para ver os detalhes
Formato Inicie sessão para ver os detalhes
Impressora Inicie sessão para ver os detalhes
Designer(s) Inicie sessão para ver os detalhes
Gravador(es) Inicie sessão para ver os detalhes
Em circulação até Inicie sessão para ver os detalhes
Referência(s) Inicie sessão para ver os detalhes
Descrição do anverso Letterpress-printed bon de guerre in blue ink, with the denomination and issuer title centered within a rectangular frame bordered by a fruit-and-foliage vignette on the horizontal edges and geometric guilloche panels on the vertical edges. The central text block carries the redemption clause, issuing authority, and date of 1 October 1914.
Legenda do anverso SUCRERIE D'ANVAING
BON DE GUERRE DE
UN FRANC
N° 1753
Remboursable en monnaies coursables en Belgi-
que, au bureau de la Sucrerie.
Pour la Sucrerie d'Anvaing,
Les fondés de pouvoirs,
1er octobre 1914
Imp. J. Leherte-Courtin, Renaix.
Descrição do reverso Inicie sessão para ver os detalhes
Legenda do reverso Inicie sessão para ver os detalhes
Assinatura(s) Inicie sessão para ver os detalhes
Tipo de proteção Inicie sessão para ver os detalhes
Descrição da proteção Inicie sessão para ver os detalhes
Variantes Inicie sessão para ver os detalhes
Comentários

Sucrerie d'Anvaing was a beet sugar factory in the Hainaut village of Anvaing, and this note is a product of the currency collapse that followed Germany's August 1914 invasion of Belgium. With the National Bank's branch network disrupted and coin disappearing from circulation almost immediately, industrial and commercial enterprises across occupied Belgium began issuing their own emergency fractional notes — bons de nécessité — to keep local wage payments and small transactions moving.

Leherte-Courtin in Ronse printed a large number of these local emergency issues for firms across the region. The printer's proximity to the issuer mattered; paper and transport were not reliable luxuries in the autumn of 1914.

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