Catálogo
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| Emissor | Chambre de Commerce de Constantine |
|---|---|
| Ano | 1920 |
| Tipo | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Valor | 1 Franc |
| Moeda | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Composição | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Dimensões | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Formato | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Impressora | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Designer(s) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Gravador(es) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Em circulação até | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Referência(s) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Descrição do anverso | Inicie sessão para ver os detalhes |
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| Legenda do anverso | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Descrição do reverso | Letterpress in red over a blue guilloche underprint bearing the repeated text 'CHAMBRE DE COMMERCE DE CONSTANTINE'. The central vignette consists of an ornate cartouche with scrollwork and laurel branch ornaments enclosing the large denomination text 'UN FRANC', surrounded by a continuous decorative border of small lozenges. |
| Legenda do reverso | UN FRANC ÉCHANGEABLE CONTRE DES BILLETS DE LA BANQUE DE L'ALGÉRIE |
| Assinatura(s) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Tipo de proteção | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Descrição da proteção | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Variantes | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Comentários |
Constantine's Chamber of Commerce resorted to issuing its own emergency fractional notes in 1920 because the postwar coin shortage in French Algeria had become genuinely disruptive to retail commerce — small denominations had effectively vanished from circulation. Chambers of Commerce across Algeria and metropolitan France were authorized to fill the gap, producing a patchwork of locally issued scrip that varied widely in quality and staying power.
Jules Carbonel was the dominant commercial printer in Algiers during this period, handling a significant share of the Algerian chamber notes. The two-color printing — red and blue — was a deliberate anti-counterfeiting measure on a note that would otherwise have been trivially simple to reproduce.