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1 Franc - Chambre de Commerce de Narbonne 11

Emissor Chambre de Commerce de Narbonne
Ano 1915
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Valor Inicie sessão para ver os detalhes
Moeda Inicie sessão para ver os detalhes
Composição Inicie sessão para ver os detalhes
Dimensões 115 × 63 mm
Formato Inicie sessão para ver os detalhes
Impressora Inicie sessão para ver os detalhes
Designer(s) Inicie sessão para ver os detalhes
Gravador(es) Inicie sessão para ver os detalhes
Em circulação até Inicie sessão para ver os detalhes
Referência(s) Inicie sessão para ver os detalhes
Descrição do anverso Yellow-ochre and brown lithographed note with an ornate guilloche border of repeating circular motifs. To the left, a classical allegorical female figure seated among commercial and agricultural attributes is set against a vignette of a medieval fortified town, likely Narbonne. The text field to the right carries the issuer name in bold letterpress, the deliberation date, and the denomination BON DE UN FRANC, with the guarantee of deposit at the Banque de France stated below two manuscript signature lines for the Treasurer and the President, followed by the series letter and serial number at the foot.
Legenda do anverso Inicie sessão para ver os detalhes
Descrição do reverso Inicie sessão para ver os detalhes
Legenda do reverso Inicie sessão para ver os detalhes
Assinatura(s) Inicie sessão para ver os detalhes
Tipo de proteção Dry seal (timbre sec)
Descrição da proteção Inicie sessão para ver os detalhes
Variantes Inicie sessão para ver os detalhes
Comentários

Emergency fractional currency issued by French chambres de commerce became widespread after the outbreak of war in 1914 drained small coinage from circulation almost immediately — hoarding and metal requisitions left much of provincial France without viable change. Narbonne's chamber was among dozens that stepped into the gap with locally authorized scrip, redeemable only within the issuing territory.

Lithographie P. Morer-Benezet in Perpignan handled a considerable volume of these regional emergency issues across the Languedoc. The dry seal was the primary authentication device, and forgeries were a known concern with lithographed notes of this type.

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