Catálogo
| Emissor | Clunies-Ross Family (Cocos (Keeling) Islands) |
|---|---|
| Ano | 1902 |
| Tipo | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Valor | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Moeda | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Composição | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Dimensões | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Formato | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Impressora | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Designer(s) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Gravador(es) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Em circulação até | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Referência(s) | P#S123 |
| Descrição do anverso | Inicie sessão para ver os detalhes |
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| Legenda do anverso | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Descrição do reverso | The reverse is entirely unprinted, presenting a plain cream paper surface with no design elements, text, or ornamentation of any kind. |
| Legenda do reverso | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Assinatura(s) | G. Clunies-Ross |
| Tipo de proteção | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Descrição da proteção | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Variantes | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Comentários |
The Clunies-Ross family ran the Cocos (Keeling) Islands as a private fiefdom from the early nineteenth century until Australian authorities finally terminated the arrangement in the 1970s and 1980s. Their scrip currency — denominated in Rupees and fractions thereof — was a deliberate instrument of labor control. Coconut plantation workers were paid in these notes, which could only be spent at the family-owned store. No external trade was possible for those without access to real currency.
The 1902 series was printed in substantial quantity for an island population that never exceeded a few hundred souls. That figure points squarely at systematic hoarding by collectors, not genuine circulation demand.