Catálogo
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| Emissor | Banque Nationale de Géorgie (საქართველოს ს. ს. რესპუბლიკის ბანკი) |
|---|---|
| Ano | 1922 |
| Tipo | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Valor | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Moeda | Rouble (1917-1924) |
| Composição | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Dimensões | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Formato | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Impressora | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Designer(s) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Gravador(es) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Em circulação até | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Referência(s) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Descrição do anverso | Inicie sessão para ver os detalhes |
|---|---|
| Legenda do anverso | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Descrição do reverso | Plain reverse printed as a mirror impression of the obverse, with the large numeral '1000000' set within a scalloped guilloche underprint at centre and the word 'მანეთი' (maneti) below. The surrounding field carries faint ghost impressions of the obverse Georgian text and border ornaments, giving the note a characteristic show-through appearance typical of thin emergency-issue paper stock. |
| Legenda do reverso | 1000000 მანეთი |
| Assinatura(s) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Tipo de proteção | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Descrição da proteção | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Variantes | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Comentários |
By mid-1922, Georgia had already been absorbed into the Soviet system following the Red Army's invasion of February 1921, yet the Banque Nationale de Géorgie continued issuing notes under its old name while hyperinflation made denominations of this size routine rather than exceptional. The million-rouble figure reflects not wealth but the speed at which the Transcaucasian monetary system was collapsing — the same inflationary spiral that was simultaneously destroying the rouble across the former Russian empire.
Printed locally in Tiflis under constrained postwar conditions, the production quality is noticeably rougher than earlier Georgian issues from the independence period, 1919–1921.