Catálogo
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| Emissor | Merovingian Kingdom |
|---|---|
| Ano | 620-640 |
| Tipo | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Valor | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Moeda | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Composição | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Peso | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Diâmetro | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Espessura | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Formato | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Técnica | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Orientação | Variable alignment ↺ |
| Gravador(es) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Em circulação até | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Referência(s) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Descrição do anverso | Stylized bust facing right in late antique tradition, rendered in a schematic Merovingian manner. The effigy displays boldly pelletted eyes, a prominent nose, and a wide open mouth, with the hair indicated by horizontal striations. Multiple pellets are scattered across the field to either side of the bust, three of which appear in a vertical row before the face. A beaded border with a radiate or serrated outer rim frames the design. |
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| Escrita do anverso | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Legenda do anverso | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Descrição do reverso | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Escrita do reverso | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Legenda do reverso | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Bordo | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Casa da moeda | Banassac, France |
| Tiragem | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Informações adicionais |
Banassac, in the Lozère, was one of the more productive Merovingian minting sites — a rural location whose output was substantial enough to leave a traceable sequence of named moneyers across the seventh century. Elafius is among the better-documented of these figures, his name appearing consistently enough across surviving pieces to suggest a sustained tenure rather than a fleeting appointment. Merovingian monetary administration devolved heavily onto individual moneyers, who bore personal responsibility for the fineness of their output — a fact reflected in the insistence on naming them directly on the coinage itself.