Catálogo
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| Emissor | Myrina |
|---|---|
| Ano | 160 BC - 143 BC |
| Tipo | Standard circulation coin |
| Valor | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Moeda | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Composição | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Peso | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Diâmetro | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Espessura | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Formato | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Técnica | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Orientação | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Gravador(es) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Em circulação até | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Referência(s) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Descrição do anverso | Inicie sessão para ver os detalhes |
|---|---|
| Escrita do anverso | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Legenda do anverso | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Descrição do reverso | Apollo Grynios depicted standing to the right, holding a laurel branch in his extended right hand and a phiale in his left. A monogram appears to the left of the figure, while an omphalos and an amphora are placed at his feet, referencing the sanctuary of Apollo at Grynion. The entire scene is enclosed within a laurel wreath, and the ethnic legend MYPINAIΩN is inscribed within the wreath border. |
| Escrita do reverso | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Legenda do reverso | MYPINAIΩN |
| Bordo | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Casa da moeda | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Tiragem | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Informações adicionais |
Myrina was an Aeolian city on the western coast of Asia Minor that began striking these large silver pieces following the collapse of Seleucid authority in the region — a vacuum filled partly by Pergamene expansion and partly by Rome's increasingly direct involvement in Anatolian affairs after Apamea in 188 BC. The city's coinage flourished precisely because it was not a major power; autonomous civic issues of this type served local commercial needs when larger dynastic currencies grew unreliable.
The Sacks corpus remains the standard reference for Myrinaean tetradrachms, with die studies suggesting a relatively compact issue across this period rather than sustained mass production.