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Tetradrachm

Emissor Choresmia (ancient)
Ano 101 BC - 50 AD
Tipo Inicie sessão para ver os detalhes
Valor Inicie sessão para ver os detalhes
Moeda Inicie sessão para ver os detalhes
Composição Inicie sessão para ver os detalhes
Peso Inicie sessão para ver os detalhes
Diâmetro Inicie sessão para ver os detalhes
Espessura Inicie sessão para ver os detalhes
Formato Inicie sessão para ver os detalhes
Técnica Hammered
Orientação Inicie sessão para ver os detalhes
Gravador(es) Inicie sessão para ver os detalhes
Em circulação até Inicie sessão para ver os detalhes
Referência(s) Inicie sessão para ver os detalhes
Descrição do anverso Inicie sessão para ver os detalhes
Escrita do anverso Greek
Legenda do anverso Inicie sessão para ver os detalhes
Descrição do reverso A mounted horseman advancing to the right, depicted in profile with a pointed helmet and armor, rendered in a schematic Central Asian style. The rider sits on a horse with legs in motion, the animal's form simplified yet energetic. A tamga or dynastic symbol appears to the left of the horse. The design is encircled by a beaded border, with a Greek-script legend running around the upper and lower fields of the coin.
Escrita do reverso Inicie sessão para ver os detalhes
Legenda do reverso Inicie sessão para ver os detalhes
Bordo Inicie sessão para ver os detalhes
Casa da moeda Inicie sessão para ver os detalhes
Tiragem Inicie sessão para ver os detalhes
Informações adicionais

Choresmia — the oasis kingdom centered on the lower Amu Darya delta in what is now Uzbekistan and Turkmenistan — operated largely outside the orbit of both the Seleucid and Parthian empires, maintaining a distinct monetary tradition that borrowed heavily from Hellenistic weight standards while developing increasingly local iconographic vocabulary. The tetradrachm series referenced by Mitchiner 1587–1590 spans a period during which Chorasmian rulers asserted genuine independence, issuing coinage in their own name at a time when neighboring regions were absorbed into the Parthian sphere.

The silver used in these pieces is notably debased compared to contemporary Parthian issues, suggesting local smelting from regional sources rather than refined imported bullion.