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Sceat

Emissor Frisia
Ano 710-765
Tipo Inicie sessão para ver os detalhes
Valor Inicie sessão para ver os detalhes
Moeda Inicie sessão para ver os detalhes
Composição Inicie sessão para ver os detalhes
Peso Inicie sessão para ver os detalhes
Diâmetro Inicie sessão para ver os detalhes
Espessura Inicie sessão para ver os detalhes
Formato Round (irregular)
Técnica Inicie sessão para ver os detalhes
Orientação Inicie sessão para ver os detalhes
Gravador(es) Inicie sessão para ver os detalhes
Em circulação até Inicie sessão para ver os detalhes
Referência(s) Inicie sessão para ver os detalhes
Descrição do anverso Inicie sessão para ver os detalhes
Escrita do anverso Inicie sessão para ver os detalhes
Legenda do anverso Inicie sessão para ver os detalhes
Descrição do reverso Central field enclosed within a beaded square border, featuring two T-shaped or cross-headed symbols flanking a central pellet-in-annulet motif, arranged symmetrically on a horizontal axis. Four diagonal cross or rod symbols are placed at the corners outside the beaded square, interspersed with additional short strokes or pellets. The overall composition is a geometric, non-figurative design characteristic of Frisian series D sceattas, with no legend or inscription. The motifs are rendered in bold, low relief typical of early medieval hammered coinage. The reverse pattern reflects local Frisian iconographic conventions derived from Continental and Anglo-Saxon prototypes.
Escrita do reverso None
Legenda do reverso Inicie sessão para ver os detalhes
Bordo Inicie sessão para ver os detalhes
Casa da moeda Inicie sessão para ver os detalhes
Tiragem Inicie sessão para ver os detalhes
Informações adicionais

Frisian sceats circulated across the North Sea trading network at a moment when Dorestad — the emporium at the junction of the Rhine and Lek — was arguably the most commercially active port in northern Europe. The Frisian merchant class drove coin production not through royal mandate but through trade demand, which is why Frisian issues lack the centralised die control visible in contemporary Northumbrian or Kentish series.

Metcalf 330-331 falls within the porcupine tradition, a loose grouping of related types whose precise mint attributions remain contested. Die-linking studies suggest multiple simultaneous production points rather than a single atelier.

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