Catálogo
| Emissor | Bank of Namibia |
|---|---|
| Ano | 1993-2022 |
| Tipo | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Valor | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Moeda | Dollar (1993-date) |
| Composição | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Peso | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Diâmetro | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Espessura | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Formato | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Técnica | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Orientação | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Gravador(es) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Em circulação até | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Referência(s) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Descrição do anverso | Inicie sessão para ver os detalhes |
|---|---|
| Escrita do anverso | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Legenda do anverso | UNITY LIBERTY JUSTICE 1993 REPUBLIC OF NAMIBIA |
| Descrição do reverso | A tall quiver tree (Kokerboom, Aloe dichotoma) is depicted in right profile, its distinctive forked branches and succulent form rendered in fine relief at center. A partial stylized sun design appears to the left in the field, its rays partially visible at the edge. The denomination 50 c is inscribed in the lower field beneath the tree. The overall design is clean and uncluttered, emphasizing the quiver tree as a national symbol of Namibia. |
| Escrita do reverso | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Legenda do reverso | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Bordo | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Casa da moeda | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Tiragem | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Informações adicionais |
Namibia's coinage dates only to 1993, the year the country introduced the Namibian dollar following independence from South African administration in 1990. The three-year gap was deliberate — the new government continued using the South African rand while the Bank of Namibia established the infrastructure and legal framework for a sovereign currency. The dollar was pegged to the rand at par, a relationship that still holds.
KM#3 ran across nearly three decades with minimal design alteration, which is itself unusual for a young nation still negotiating its postcolonial identity through its material culture.