Catálogo
| Emissor | Banco Central de S. Tomé e Príncipe |
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| Ano | 2020 |
| Tipo | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Valor | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Moeda | Second Dobra (2018-date) |
| Composição | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Dimensões | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Formato | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Impressora | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Designer(s) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Gravador(es) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Em circulação até | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Referência(s) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Descrição do anverso | At left, a vignette of the Acrea insularis butterfly rendered in vivid naturalistic colour against a light guilloche underprint. The Central Bank building of São Tomé occupies the right portion of the face, with the coat of arms of the Republic of São Tomé and Príncipe positioned at upper left. The denomination and issuing authority are printed in intaglio. |
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| Legenda do anverso | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Descrição do reverso | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Legenda do reverso | CINCO DOBRAS 5 DOBRAS 5 BANCO CENTRAL DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (Translation: Five Dobras Central Bank of São Tomé and Príncipe) |
| Assinatura(s) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Tipo de proteção | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Descrição da proteção | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Variantes | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Comentários |
São Tomé and Príncipe's decision to continue issuing low-denomination paper notes in 2020 is itself a curiosity — most central banks had long abandoned paper at this value in favor of coins or simply let inflation render the denomination irrelevant. The dobra had been redenominated in 1977 and again in 2010, when a new series reset the currency at 1,000 old dobras to 1 new dobra, which makes a 5-dobra note worth vanishingly little in practical terms.
Thomas De La Rue's involvement places it within a long tradition of West and Central African island economies outsourcing security printing to London — the island nation lacks domestic printing infrastructure entirely.