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5 Céntimos Puerto de Sagunto, Panificadora Socializada

Emissor Panificadora Socializada de Puerto de Sagunto
Ano 1937
Tipo Emergency banknote
Valor Inicie sessão para ver os detalhes
Moeda Inicie sessão para ver os detalhes
Composição Inicie sessão para ver os detalhes
Dimensões Inicie sessão para ver os detalhes
Formato Inicie sessão para ver os detalhes
Impressora Inicie sessão para ver os detalhes
Designer(s) Inicie sessão para ver os detalhes
Gravador(es) Inicie sessão para ver os detalhes
Em circulação até Inicie sessão para ver os detalhes
Referência(s) Inicie sessão para ver os detalhes
Descrição do anverso Plain light-grey card stock with all text typeset in black letterpress. The issuer's name 'Panificadora Socializada' appears in bold display type across the top, separated from 'PUERTO DE SAGUNTO' by a pair of parallel rules with a small diagonal-line block at left. The promise of payment 'DEBE al portador' is set in the centre, with the large numeral '5' and the word 'céntimos' forming the denomination below. An oval validation handstamp in blue-violet ink, bearing the C.N.T. trade-union legend and the locality name, is applied over the centre of the note.
Legenda do anverso Inicie sessão para ver os detalhes
Descrição do reverso Entirely unprinted reverse of plain light-grey fibrous card stock, with no text, vignette, or overprint of any kind.
Legenda do reverso Inicie sessão para ver os detalhes
Assinatura(s) Inicie sessão para ver os detalhes
Tipo de proteção Inicie sessão para ver os detalhes
Descrição da proteção Inicie sessão para ver os detalhes
Variantes Inicie sessão para ver os detalhes
Comentários

Puerto de Sagunto was a Republican-held industrial town in Valencia during the Spanish Civil War, and like dozens of municipalities and collectives, it issued its own emergency fractional currency when coinage disappeared from circulation entirely — hoarded, melted, or simply gone. The Panificadora Socializada was a collectivized bakery, one of many enterprises brought under anarchist or socialist worker control in the Republican zone after July 1936. That a bread collective was printing its own money is not unusual for the period; what is notable is that it functioned as a de facto local scrip, redeemable presumably within the collective's own commercial network.

These small-denomination vales were printed on card rather than banknote paper, which means survivors are frequently creased or edge-worn from pocket use.

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