Catálogo
| Emissor | De Javasche Bank |
|---|---|
| Ano | 1926 |
| Tipo | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Valor | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Moeda | Gulden (decimalized, 1854-1948) |
| Composição | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Dimensões | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Formato | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Impressora | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Designer(s) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Gravador(es) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Em circulação até | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Referência(s) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Descrição do anverso | Inicie sessão para ver os detalhes |
|---|---|
| Legenda do anverso | DE JAVASCHE BANK BETAALT AAN TOONDER DRIE HONDERD GULDEN DE SECRETARIS DE PRESIDENT JOH. ENSCHEDÉ EN ZONEN (Translation: The Javasche Bank pays to the bearer Three Hundred Gulden. The Secretary. The President. Joh. Enschedé and Sons.) |
| Descrição do reverso | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Legenda do reverso | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Assinatura(s) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Tipo de proteção | Watermark |
| Descrição da proteção | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Variantes | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Comentários |
De Javasche Bank's 300 Gulden denomination was always an outlier — an awkward value that sat between the more commercially practical 100 and 500 Gulden notes, and one that saw comparatively limited uptake in everyday trade. The Dutch East Indies economy of the 1920s was heavily driven by plantation commodity exports, where large-value settlements were more commonly handled through bank transfers than banknotes, which kept physical circulation of high-denomination paper thin.
Enschedé's production records confirm Haarlem as the point of manufacture, the sheets crossing to Batavia for distribution through the bank's branch network. P#75 survivors are genuinely scarce.