Catálogo
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| Emissor | Banco Nacional Ultramarino |
|---|---|
| Ano | 1909 |
| Tipo | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Valor | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Moeda | Real (18th century-1914) |
| Composição | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Dimensões | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Formato | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Impressora | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Designer(s) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Gravador(es) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Em circulação até | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Referência(s) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Descrição do anverso | Inicie sessão para ver os detalhes |
|---|---|
| Legenda do anverso | BANCO NACIONAL ULTRAMARINO O THESOUREIRO DA FILIAL EM S. THOMÉ PAGARÁ Á VISTA AO PORTADOR DOIS MIL E QUINHENTOS REIS EM MOEDA CORRENTE VALOR RECEBIDO Pagavel na Filial de Loanda (Translation: National Overseas Bank, The Branch Treasurer in São Tomé, Will pay the holder on sight two thousand five hundred réis in current currency, Payable in the Luanda Branch) |
| Descrição do reverso | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Legenda do reverso | PAGAVEL NA FILIAL EM S. THOMÉ 2500 BANCO NACIONAL ULTRAMARINO (Translation: Payable at the branch in São Tomé, National Overseas Bank) |
| Assinatura(s) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Tipo de proteção | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Descrição da proteção | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Variantes | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Comentários |
Banco Nacional Ultramarino, chartered in Lisbon in 1864, held the note-issuing monopoly for Portugal's overseas territories — this piece would have circulated in one of those colonial jurisdictions rather than metropolitan Portugal itself. The 2500 Réis denomination is an unusual one by European standards, reflecting the older mil-réis accounting system still in use across Portuguese possessions at the time.
Bradbury Wilkinson's involvement was commonplace for colonial currency of this period; the London firm handled security printing for dozens of colonial authorities simultaneously. What matters here is that 1909 sits just two years before the Portuguese monarchy collapsed — notes of this vintage carry the royal authorization apparatus of a regime with roughly twenty-four months left.