Catálogo
| Emissor | Central Bank of Syria |
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| Ano | 2015-2021 |
| Tipo | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Valor | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Moeda | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Composição | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Dimensões | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Formato | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Impressora | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Designer(s) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Gravador(es) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Em circulação até | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Referência(s) | P#117 |
| Descrição do anverso | The central vignette presents the Umayyad Mosque of Damascus (الْجَامِع الْأُمَوِي) in fine intaglio engraving against a multicolour guilloche underprint. An intaglio portrait of President Bashar al-Assad occupies the right portion of the face. Denomination numerals and issuing authority inscriptions appear in both Arabic and Latin scripts. |
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| Legenda do anverso | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Descrição do reverso | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Legenda do reverso | CENTRAL BANK OF SYRIA 2018 PARLIAMENT مجلس الشعب 2000 TWO THOUSAND SYRIAN POUNDS ٢٠٠٠ |
| Assinatura(s) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Tipo de proteção | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Descrição da proteção | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Variantes | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Comentários |
Syria's 2000 Pound note emerged mid-civil war, a denomination that would have seemed unnecessary before 2011. As the Syrian Pound collapsed — losing over 95% of its value against the dollar between 2011 and the early 2020s — higher denominations became a logistical necessity rather than a sign of economic confidence. The contract with Goznak in Moscow tells its own story: Western sanctions had effectively shut Syria out of the usual European banknote printers, pushing Damascus toward Moscow for a supply chain that remained politically viable.
Goznak is one of the oldest state security printers still operating, with continuous production since the early nineteenth century. Their involvement here is purely a function of geopolitics, not prestige.