Catálogo
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| Emissor | Casa da Moeda de Goa |
|---|---|
| Ano | 1766-1782 |
| Tipo | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Valor | 12 Xerafins= 6 Rupias= 3 600 Réis |
| Moeda | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Composição | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Peso | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Diâmetro | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Espessura | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Formato | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Técnica | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Orientação | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Gravador(es) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Em circulação até | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Referência(s) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Descrição do anverso | The royal coat of arms of Portugal under King José I occupies the central field, displaying the quartered escutcheon with the traditional Portuguese quinas and the castles of Castile, all surmounted by an ornate crowned mantle. The shield is flanked by elaborate scrollwork and decorative supporters rendered in the vigorous, somewhat crude style characteristic of hammered colonial coinage struck at the Goa mint. No peripheral legend is present, the entire design being dominated by the heraldic device. The hammered technique imparts a slightly irregular flan and bold relief to the armorial elements. |
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| Escrita do anverso | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Legenda do anverso | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Descrição do reverso | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Escrita do reverso | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Legenda do reverso | 12 | X 17 | 81 |
| Bordo | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Casa da moeda | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Tiragem | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Informações adicionais |
The xerafim was a unit of account deeply embedded in Goa's colonial economy, and by José I's reign the gold issues from the Casa da Moeda de Goa were serving a market shaped by centuries of Indo-Portuguese trade friction. The Goa mint operated with chronic irregularity throughout the eighteenth century — interrupted repeatedly by disputes over metal supply, competing Maratha pressure on Portuguese territorial holdings, and the administrative chaos that followed the 1755 Lisbon earthquake, which devastated the metropolitan treasury and disrupted colonial monetary policy for years.
The sixteen-year production window for this type reflects institutional inertia rather than sustained demand.