Catálogo
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| Emissor | Banco Nacional Ultramarino |
|---|---|
| Ano | 1909 |
| Tipo | Standard circulation banknote |
| Valor | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Moeda | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Composição | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Dimensões | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Formato | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Impressora | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Designer(s) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Gravador(es) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Em circulação até | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Referência(s) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Descrição do anverso | Inicie sessão para ver os detalhes |
|---|---|
| Legenda do anverso | BANCO NACIONAL ULTRAMARINO O THESOUREIRO DA FILIAL EM S. THIAGO PAGARÁ Á VISTA AO PORTADOR MIL RÉIS EM MOEDA CORRENTE VALOR RECEBIDO LISBOA. 1 de MARÇO de 1909. (Translation: National Overseas Bank. The Treasurer of the Agency of St. Thiago will pay on demand to the bearer One Thousand Réis in current currency. Value received. Lisbon, 1st March 1909.) |
| Descrição do reverso | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Legenda do reverso | PAGAVEL NA FILIAL EM S. THIAGO BANCO NACIONAL ULTRAMARINO (Translation: Payable at the Agency of St. Thiago. National Overseas Bank.) |
| Assinatura(s) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Tipo de proteção | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Descrição da proteção | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Variantes | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Comentários |
Banco Nacional Ultramarino was Portugal's instrument for colonial monetary management, and by 1909 it held note-issuing rights across a sprawling set of territories from Mozambique to Timor. This particular note was almost certainly issued for Angola or one of the smaller Portuguese African possessions — the P#4 designation places it within a series that predates the significant currency reorganizations that followed World War One.
Bradbury Wilkinson's involvement is the technically interesting point here. The London firm was among the most rigorous security printers of the period, and their intaglio work for colonial issuers was consistently tighter than what most European state mints were producing domestically at the time.