Catálogo
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| Emissor | Banco de Angola |
|---|---|
| Ano | 1973 |
| Tipo | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Valor | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Moeda | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Composição | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Dimensões | 160 × 80 mm |
| Formato | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Impressora | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Designer(s) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Gravador(es) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Em circulação até | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Referência(s) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Descrição do anverso | Intaglio portrait of Portuguese poet Luís Vaz de Camões (1524–1580) to the right, with the Portuguese-Angolan national coat of arms at centre. The denomination is inscribed below in letterpress, set against a multicolour guilloche underprint. |
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| Legenda do anverso | BANCO DE ANGOLA MIL ESCUDOS (Translation: Bank of Angola, One Thousand Escudos) |
| Descrição do reverso | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Legenda do reverso | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Assinatura(s) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Tipo de proteção | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Descrição da proteção | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Variantes | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Comentários |
By 1973, the escudo-denominated Angolan series was already on borrowed time. The colonial war — the Guerra do Ultramar — had been grinding since 1961, and Portugal's financial commitment to maintaining Angola, Mozambique, and Guinea-Bissau simultaneously was straining Lisbon's reserves. This 1000 escudo note was issued into that deteriorating economy, and circulation in the interior was erratic at best, disrupted by active conflict zones.
Bradbury Wilkinson had been producing Angolan notes for Banco de Angola since the 1950s. The relationship ended not long after this series — the 1974 Carnation Revolution in Lisbon and Angolan independence in 1975 rendered the entire escudo coinage obsolete, replaced by the kwanza under the new MPLA government.