Catálogo
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| Emissor | Bank of Tanzania |
|---|---|
| Ano | 1966 |
| Tipo | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Valor | 100 Shilingi (100 TZS) |
| Moeda | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Composição | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Dimensões | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Formato | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Impressora | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Designer(s) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Gravador(es) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Em circulação até | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Referência(s) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Descrição do anverso | Inicie sessão para ver os detalhes |
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| Legenda do anverso | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Descrição do reverso | Central vignette of a Maasai herdsman standing with a spear, cattle grazing on the open savanna behind him. A decorative floral and berry wreath frames the blank value panel at right, with geometric guilloche borders running along the upper and lower margins. Denomination numerals appear at upper right and lower left. |
| Legenda do reverso | BANK OF TANZANIA SHILINGI MIA MOJA ONE HUNDRED SHILLINGS 100 (Translation: One hundred shillings) |
| Assinatura(s) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Tipo de proteção | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Descrição da proteção | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Variantes | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Comentários |
Tanzania's first post-independence banknote series, of which this is a part, was issued in 1966 following the dissolution of the East African Currency Board — the shared monetary authority that had served Kenya, Uganda, and Tanganyika under British oversight. The new Bank of Tanzania needed its own currency quickly, and De La Rue was the natural choice: they had printed the EACB notes and held the existing relationships with the regional central banks.
The P#4 is the highest denomination in that inaugural series, which made it politically as well as economically significant for a government keen to signal fiscal independence to international observers.