Catálogo
| Emissor | Banco Central de Reserva del Perú |
|---|---|
| Ano | 2013 |
| Tipo | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Valor | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Moeda | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Composição | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Dimensões | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Formato | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Impressora | Casa Nacional de Moneda, Lima |
| Designer(s) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Gravador(es) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Em circulação até | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Referência(s) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Descrição do anverso | Inicie sessão para ver os detalhes |
|---|---|
| Legenda do anverso | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Descrição do reverso | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Legenda do reverso | DIEZ NUEVOS SOLES MACHU PICCHU - CUSCO 10 |
| Assinatura(s) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Tipo de proteção | Watermark, Security thread |
| Descrição da proteção | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Variantes | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Comentários |
Peru's Casa Nacional de Moneda has handled domestic banknote production since the early 1980s, gradually displacing the foreign printers — Thomas De La Rue chief among them — that had dominated Peruvian currency production for most of the twentieth century. A print run of just over twelve million places this issue on the modest end for a circulating denomination, though the 10 Nuevos Sol note saw heavy everyday use and attrition rates were correspondingly high.
The "Nuevos Soles" designation itself dates to 1991, when Peru redenominated at one million to one following the hyperinflationary collapse of the Inti.