Catálogo
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| Emissor | Bank Markazi Iran |
|---|---|
| Ano | 1981-1983 |
| Tipo | Standard circulation banknote |
| Valor | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Moeda | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Composição | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Dimensões | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Formato | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Impressora | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Designer(s) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Gravador(es) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Em circulação até | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Referência(s) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Descrição do anverso | Inicie sessão para ver os detalhes |
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| Legenda do anverso | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Descrição do reverso | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Legenda do reverso | ISLAMIC REPUBLIC OF IRAN BANK MARKAZI IRAN 10000 TEN THOUSAND RIALS |
| Assinatura(s) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Tipo de proteção | Watermark |
| Descrição da proteção | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Variantes | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Comentários |
This note carries one of the more awkward production histories in modern Iranian currency. The Islamic Republic, having come to power on explicitly anti-Western principles, continued using Thomas De La Rue in London to print its banknotes well into the early 1980s — a pragmatic concession to the reality that no domestic facility could meet the volume or security standards required. The plates themselves were inherited from the late Pahlavi-era contract, retooled for revolutionary imagery.
Sanctions and political pressure eventually ended the De La Rue relationship, pushing Iran toward other suppliers. This issue sits at that transition.