Catálogo
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| Emissor | Portuguese India |
|---|---|
| Ano | 1510-1521 |
| Tipo | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Valor | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Moeda | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Composição | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Peso | 15.6 g |
| Diâmetro | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Espessura | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Formato | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Técnica | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Orientação | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Gravador(es) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Em circulação até | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Referência(s) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Descrição do anverso | Inicie sessão para ver os detalhes |
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| Escrita do anverso | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Legenda do anverso | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Descrição do reverso | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Escrita do reverso | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Legenda do reverso | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Bordo | Plain |
| Casa da moeda | Goa Mint |
| Tiragem | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Informações adicionais |
Manuel I authorized copper coinage for Goa almost immediately after Afonso de Albuquerque seized the city from the Bijapur Sultanate in 1510 — the leal being among the first Portuguese-struck coins produced on Indian soil. The Goa mint itself had existed under previous rulers, and the Portuguese simply repurposed it, which accounts for some technical inconsistency across surviving specimens.
The leal denomination was essentially a concession to local trade custom, calibrated to compete with existing indigenous copper issues rather than impose a purely Lusitanian monetary framework on a market that would have rejected it.