Catálogo
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| Emissor | Cyprus, Kingdom of |
|---|---|
| Ano | 1324-1359 |
| Tipo | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Valor | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Moeda | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Composição | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Peso | 4.4 g |
| Diâmetro | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Espessura | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Formato | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Técnica | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Orientação | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Gravador(es) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Em circulação até | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Referência(s) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Descrição do anverso | Inicie sessão para ver os detalhes |
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| Escrita do anverso | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Legenda do anverso | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Descrição do reverso | The Cross of Jerusalem — a large central cross potent with four smaller crosslets in each quadrant — occupies the central field within a beaded inner circle. The bold heraldic composition is characteristic of the Crusader states' coinage tradition and asserts the Lusignan dynastic claim to the Kingdom of Jerusalem. A double circular legend surrounds the cross, with the outer legend separated from the inner field by a beaded border. The overall style is consistent with hammered silver gros of the Cypriot Lusignan series. |
| Escrita do reverso | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Legenda do reverso | + IERVSAL`M E D` ChIPR (Translation: Jerusalem and Cyprus) |
| Bordo | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Casa da moeda | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Tiragem | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Informações adicionais |
Hugh IV's reign saw Cyprus at perhaps its wealthiest peak — the island had become the dominant entrepôt of eastern Mediterranean trade following the fall of Acre in 1291, and Famagusta in particular was generating revenues that reportedly rivaled those of the French crown. The gros was the workhorse of that commerce, circulating alongside Venetian grossi and Genoese deniers in the counting houses of Famagusta merchants.
Metcalf's die studies identified significant variation across the series, attributable to a long reign and continuous mint activity at Nicosia.