Catálogo
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| Emissor | Banco de Angola |
|---|---|
| Ano | 1970 |
| Tipo | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Valor | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Moeda | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Composição | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Dimensões | 159 x 80 mm |
| Formato | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Impressora | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Designer(s) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Gravador(es) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Em circulação até | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Referência(s) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Descrição do anverso | Blue on multicolour underprint. Portrait of President Américo Tomás at left, with a dam vignette at centre. Signature 5 appears below the central design. |
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| Legenda do anverso | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Descrição do reverso | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Legenda do reverso | BANCO DE ANGOLA 1000 MIL ESCUDOS |
| Assinatura(s) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Tipo de proteção | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Descrição da proteção | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Variantes | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Comentários |
By 1970, Angola was deep into the colonial war that had begun in 1961, and the Banco de Angola — technically a private bank operating under Portuguese metropolitan oversight — continued issuing high-denomination notes backed by an economy increasingly distorted by military spending. The 1000 Escudos was a substantial sum in a territory where rural wages were minimal.
Thomas De La Rue's involvement was long-standing across Portuguese colonial currency, and this note sits within a series that remained in circulation through the 1974 Carnation Revolution and into the chaotic transition period before independence in November 1975, when the escudo was eventually replaced by the kwanza.