Catálogo
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| Emissor | Bank of Central African States (BEAC) |
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| Ano | 2025 |
| Tipo | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Valor | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Moeda | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Composição | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Peso | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Diâmetro | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Espessura | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Formato | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Técnica | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Orientação | Medal alignment ↑↑ |
| Gravador(es) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Em circulação até | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Referência(s) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Descrição do anverso | The obverse displays the coat of arms of Gabon at centre, featuring two black panthers as supporters flanking a shield charged with a sailing ship and three gold discs, surmounted by a tree with spreading branches. A scroll below the shield bears the national motto in three parts. The legend RÉPUBLIQUE GABONAISE arcs along the upper rim, while the denomination 1000 FRANCS CFA is inscribed along the lower rim in large characters. The date 2025 appears above the coat of arms in the upper field. |
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| Escrita do anverso | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Legenda do anverso | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Descrição do reverso | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Escrita do reverso | Latin |
| Legenda do reverso | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Bordo | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Casa da moeda | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Tiragem | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Informações adicionais |
The Temple of Heaven series issued through BEAC has become a reliable fixture in the Chinese collector market, where demand for foreign silver coins bearing culturally significant imagery runs deep. These pieces are struck for the Central African Economic and Monetary Community — a six-nation franc zone whose member states have no particular connection to Beijing's imperial architecture — a commercial arrangement that puzzles purists but funds itself handily on secondary market premiums.